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A violência e os humanos

A violência começa desde cedo.
Desde que precisamos da aprovação dos outros, e pagamos um alto preço por isso, ainda usando fraldas.
A violência passeia solta e talvez irreconhecível, quando temos de fingir que não vemos o que vemos, que somos o que não somos.... que queremos o que nem sabemos se escolheríamos, caso pudéssemos.....
É violenta demais esta submissão.

Você acha que isso passa impunemente, sem nos deformar?
Eu, não!

A pressão que sofremos naquele(s) pedaço(s) da vida, quando precisamos provar muito a nosso próprio respeito, tanto aos outros quanto a nós mesmos, nos toma um tempo precioso, talvez a maior fatia de tempo de nossas vidas.
Irrestituível. Pior que isso: desgasta a vitalidade, e, ilude!
Ilude, confunde, desvia e atrapalha.

A gente valoriza o que não tem valor, numa proporção desproporcional, e, com sorte, passa muito tempo sofrendo muito, até conseguir desconstruir pelo menos alguns dos véus da des-ilusão, e tomar pé de um mínimo de realidade que nos garanta olhar a vida e a nós mesmos, com olhos de quem sabe que não é eterno. Que nada deste enredo, é eterno.

O tempo vai passando, incontestável, enquanto gerações vão aparecendo, e o coletivo da nossa raça vai adquirindo cada vez mais, neuroses e doenças similares, para garantir a continuidade do desvio da espécie.

Outro dia, delirando me dei conta: desde os tempos mais remotos, a história que se conta da humanidade, descreve batalhas sanguinárias, na maior parte das vezes tendo o poder como única razão, nem sempre oculta ou disfarçada.
Porque razão então, nos aterrorizam tanto os erros da polícia? do governo, do estado?

Em algum momento depois da era das cavernas, nos desviamos da nossa real natureza e necessidades primitivas, para nos distrairmos de nós mesmos, e fantasiamos - idealizamos o ser que queríamos ser, mas não ousamos pagar o preço da transformação.
Algumas práticas e religiões ajudam almas sensíveis encarnadas a se organizar, e “entender” que o preço da retidão é inegociável.

Daí, minha percepção de que, definitivamente, NÃO SOMOS TODOS IGUAIS!
Nada mais discriminatório do que este discurso de igualdade.
Não Somos Todos Iguais!
Graças a Deus, porque eu não quero ser igual a eles!

Comentários

Zi, falou bem: "desde os tempos mais remotos,descreve-se batalhas sanguinárias..."
Toda violência de hoje é o retrato do passado. Um passado que decresceu em tudo, em educação,respeito a vida, corrupção e vários outros aspectos negativos que tomaram força com o passar dos anos.
O Brasil não tem mais jeito, só nos resta sebreviver.
Protejer-se em seu mundinho, criar novos hábitos e castrar nossa liberdade.
É assim que continuaremos sobrevivendo!
Mais uma vez votarei NULO, mesmo que comentem: " BURRO!Vai deixar pros outros o destino do pais??"
O que fazer?
Se já não existe opção ou nunca houve!!!!
Um País Lindo e perdido, este é o retrato do Brasil.
Ana Lucília disse…
Este comentário foi removido pelo autor.
Cleomar disse…
A necessidade de parecer, de ser algo mais, faz-nos estudar mais, procurar uma empresa melhor, correr atrás da vida. Sei que perdemos muito tempo com isso, mas aos 40 a pessoa estabiliza e procura viver com maior qualidade.
Sobre as guerras, Zizi e turma, muitas foram feitas não somente para conquistar terras e poder, mas sim para proporcionar trabalho à massa de desempregados das cidades. Guerras cegas, loucas e mesmo assim com alguma razão de ser. Quando estou passeando por minha Porto Alegre, vendo as crianças nas praças, as mulheres desfilando suas belezas, os homens jogando futebol, os pais correndo atrás dos filhos, noto o quanto as guerras são burras, estúpidas, mas de maneira alguma, inúteis.
Devido à elas desenvolveu-se transistores, microchips, aviões; muitos estudos foram realizados, custaram vidas, salvaram outras. É o egocentrismo valendo algo. Infelizmente nos desenvolvemos durante as dificuldades!
M disse…
Zizi,

Estou no trabalho... O que me impossibilita de falar demais, ate para nao te encher... Well, acabei de ver na semana passada de ver o show da Luiza, no Centro Cultural Carioca no RJ.. E ela fez uma tremenda e emocianante declaracao de Amor a voce... Claro.
Adoro mae e filha... E nao e para menos, nasci em 28/03/1965 e vivo andando pelo no Bras em SP apesar de morar no RJ. Acredito que somos inversos ... Legal eu saber disso (talvez os 2 ultimos digitos do ano provem isso). Enfim espero que te tenha dito algo legal...

Bjks.

Marcelo
giovanna disse…
Zizianooos, agora todo mundo vai bater palma pra Zizi que falou tudo e mais um pouco !

"Não Somos Todos Iguais!
Graças a Deus, porque eu não quero ser igual a eles! "

acho q tudo o q eu queria dizer está escrito nesse post.

Beeeijo a todos.

[aah esqueci de falar nos comentarios passados que foi aniversário da minha maaae Elane geente!04/07- e do meu irmão Brenno 07/07 :D ahahhahahaa]
Márcia Ricco disse…
"O mal como entorpecimento:
O mal é o entorpecimento da alma, ou resulta dele. Crianças que se sentem feridas, rejeitadas e impotentemente expostas à dor e à privação, freqüntemente descobrem que entorpecer seus sentimentos é a única proteção contra o sofrimento.
De modo semelhante, quando as crianças estão confusas por perceberem contradição e conflito à sua volta, emoções igualmente contraditórias surgem na sua própria psique. Crianças não podem lidar com nenhuma dessas situações. O entorpecimento é também uma proteção contra as suas respostas, seus impulsos e reações contraditórios. Mas quando esse entorpecimento torna-se uma segunda natureza e é mantido muito depois que as circunstâncias dolorosas mudaram, e quando a pessoa não é mais uma criança indefesa, isso, na melhor das hipóteses, é o início do mal.
O entorpecimento e a insensibilidade em relação à sua própria dor significa o mesmo em relação à dor alheia.
Podemos distinguir três estágios de entorpecimento:
- em relação a si mesmo;
- em relação aos outros;
- crueldade ativamente infligida, cuja origem está no medo dos outros; na incapacidade de lidar com fúrias desabridas ou num processo sutil de fortalecimento do aparato protetor.
A crueldade ativa não apenas afasta o influxo dos sentimentos positivos espontâneos como também afasta o medo e a culpa."
Este texto, extraído do livro - Não temas o mal - de Eva Pierrakos e Donovan Thesenga, talvez possa trazer algum sentido para o que temos vivenciado.
Fora isso, acredito que muita gente esteja sob forte influência de energias terríveis por afinidade, por distração ou por gosto...
Nossa única chance de neutralizar esse vudu é multiplicar o Amor, a Alegria, a Harmonia, a Gratidão, a Paz, enfim, "trabalhar" para a Luz!!
Bjs Zizianos, Zizianos queridos!!
Marcus disse…
As violências perturbam nossa paz e distorcem nossas vidas. Já é comum desconfiar, colocar à prova e pré-julgar sem a decência da própria autoavaliação, por tão pouco vemos a corrupção do ser humano ser craterizada e muito disso é culpa dos pais. Digo isso por ter analisado durante um trabalho realizado a influência que os pais exercem na formação dos filhos ( além das outras instituições ), na verdade não tinha esta finalidade, mas um pedagogo sempre procura entender os viés da educação, e vejamos: numa breve distribuição de brindes às crianças percebo que uma delas recebeu um a mais e prontamente foi devolver - pois sabia que era só um por criança - e sua MÃE, num gesto quase obseno manda que se cale e esconda o brinde extra... Gente... fiquei perplexo e não pude me calar diante da situação - foi constrangedor...
Mas essas violências que formam ou deformam indivíduos independente de classe social, e são contra todas as violências que precisamos lutar...
Bjus Zizi, abraço a todos!
Marcus Kemps do Recife
Adelidia disse…
Cara Zizi, caros Zizianos,

há pouco, há pouquíssimo tempo descobri esse blog, e o Santa Izildinha.

Não sei se nascemos diferentes, ou nos diferenciamos através do vida.
Realmente não sei. Só sei que vivemos num mundo de aparências, num mundo onde ninguém titubeia em crucificar os sonhos, o sagrado, a Terra, e quem vier pela frente, em nome de uma modernidade tacanha, opressora, uma modernidade
que fez do Homem um joguete nas mãos invisíveis de uma tecnologia que, por ser mal usada, subtrai, arrefece, nos impede de enxergar o céu, nos impede de enxergar
os milagres do cotidiano. E são tantos os milagres, tantos...

Tomo a liberdade de indicar-lhes dois textos: um escrito pela
arqueóloga Niède Guidon, Carta de uma arqueóloga do presente,
o outro, Das Mentes Flexibilizadas (Ponto de bifurcação),
escrito pela bióloga Lucia Maria Paleari, que poderão ser encontrados respectivamente nas páginas:

http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=7336
e
http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=51326

E, se a vida é sonho, como disse Pedro Calderón de la Barca,
quero acordar urgentemente desse pesadelo!

Um grande e fraterno abraço a todos,

Adelidia Chiarelli
Dani Mota disse…
Lendo esse post,vendo fotos dos post anteriores,onde animais de espécies distintas se dando tão bem, e refletindo sobre a violência, fico me perguntando:quem são mesmo os animais irracionais?
Me sinto totalmente inerte frente a tanta violência, fico envergonhada de fazer parte da espécie humana, apesar de não sermos todos iguais-graças a Deus-como disse a Zizi, aliás, Zizi disse tudo e mais um pouco.Concordo com o Adrezinho quando ele diz:"O Brasil não tem mais jeito, só nos resta sebreviver".Vou pensar duas vezes antes de colocar filhos no mundo.
Bjos à todo os Zizianos em especial a minha linda Zizi!
Manoel Vila Nova disse…
Queridos Zizianos,

O que Zizi nos traz faz refletir sobre um dos varios aspectos em que a violencia pode se caracterizar: a violencia emocional. E e muito forte, pois ela atinge a nos, seres humanos, considerados os unicos seres tidos como racionais. E esse tipo de violencia machuca, e machuca muito. E e muito traicoeira, pois se desenvolve na surdina, muitas vezes sem nos darmos conta de que estamos sendo acometidos por ela. Sofremos violencia emocional ja quando iniciamos o convivio social na escola, quando nossas cabecinhas imaturas ainda nao entendem a importancia da individualidade do ser humano e somos impelidos a nos comportar de acordo com o grupo para sermos aceitos. Quem daqui ja nao viveu uma experiencia como essa ? Sofremos violencia emocional quando somos cobrados (em casa, no trabalho, na festa, pelos respectivos parceiros...) para sermos tudo aquilo que o egocentrismo das pessoas que nos rodeiam nesses ambientes desejaria que fossemos, e muitas vezes cedemos por inumeras razoes: inseguranca, medo da solidao, necessidade financeira, prova de amor, e por ai vai. De repente, para muitos de nos, nos damos conta de ja nao somos aquilo que queriamos ser. Fazemos um mergulho muito sincero para dentro de nos mesmos e muitas vezes nos perguntamos: sera que eu sou realmente feliz vivendo desta maneira ? Do que eu tenho medo ? Sera que eu estou disposto a abdicar, abrir mao, sair de algumas "zonas de conforto" para ir em busca daquilo que eu realmente me vejo feliz em fazer ? Muitas vezes ainda ficamos presos a tantos tipos de preconceitos (financeiro, idade, cor, religiao, sexo) que nao ousamos dar um passo mais alem na busca dessa libertacao. E o pior de tudo isso: como e dificil dar esse passo. Por mais que refletimos sobre essa inquietude dentro de nos, preferimos o certo ao duvidoso, ficamos com medo de ousar, pensamos nas outras pessoas que dependem de nos, vamos ficando um pouco mais triste e frustado dia apos dia. O desafio de ser um individuo unico e com vontade propria e, de fato, desafiador. Nao existe uma formula magica para aplicarmos a essa situacao. E como seria bom que ja houvesse, pois eu seria o primeiro comprador da fila....rsrsrsrs.
Zi, como sempre vc nos fez refletir sobre uma questao muito bacana e importante. E muito bom poder Ziziar sobre algo tao desafiador para cada ser humano sobre sua parte da individualidade que interage com o coletivo.
Obrigado por mais esse presente.
Beijos Zizianos em todos.
Manoel.
pau_argentina disse…
Oi zizianos!!! Oi zi!!!

Dani, eu também penso muito sobre as crianças, que cada vez herdam um MUNDO mais cruel...

Hoje na Argentina jugaram a um polícia que há um ano atrás assassinou a um mestre numa respessão quando disparou uma lata de gás lacrimogêneo apontando à cabeça! É coisa de loucos!!

Será que nós podemos fazer algo para nos proteger e proteger aos nossos?
É só questão de sobreviver e não pensar muito nestas cosas?
É questão do acaso?

Não somos todos iguais, com certeza..

Muitos beijos e muita paz, povo!

PS: Bem-vinda Adelidia!! Obrigada pelas dicas!
Paulo Roberto disse…
Pois é, nossa Zizi disse tudo .
A ciência e tecnologia evoluiram muito, mas pelo que parece a humanidade não mehorou quase nada desde que o Homem saiu das cavernas .
Beijos Zizianos,
Paulo.
Manoel Vila Nova disse…
Ah, pra finalizar, gostaria de comentar um pouco sobre o comentario que o nosso companheiro Ziziano Cleomar fez, sobre quando atingimos os 40 anos termos mais tempo para fazermos aquilo que gostamos.
Cleomar, acho que no fundo no fundo eu invejo um pouco vc, pois acho que se eu pensasse assim eu sofreria menos com essa minha inquietude... E interessante ver vc falar com a maturidade de alguem que buscou uma "estabilidade" para poder viver a vida com mais qualidade la na frente. Confesso que tento ha alguns anos me "encaixar" em algum espaco que me equacione melhor esse trilema FINANCAS X REALIZACAO PROFISSIONAL X REALIZACAO EMOCINAL, mas ainda nao o encontrei. Ja vivi (e vivo uma agora) muitas experiencias nesse sentido, mas sempre continuo com um lado dessa equacao "capenga"..rsrsrs. Muitas vezes me vi preso ao medo de nao pagar o preco da transformacao, como bem pontuou Zizi, e a frustracao veio firme e forte, tao certo quanto 1+1 =2. Respeito demais a sua colocacao (lembro demais dos meus pais conversando comigo), mas definitivamente acho que eu iria ser uma pessoa muito triste caso nao pudesse tentar os caminhos que estou percorrendo para que, num dia muito proximo, se Deus permitir, eu possa me "encontrar". E pra finalizar, e muito legal constatarmos aqui, nesse nosso espaco, na pratica, a essencia que o texto de Zizi nos quer passar: nao somos todos iguais.
Beijao pra vc, Zi e mais uma vez obrigado por essa reflexao tao "arretada" de hoje.
Manoel.
Geraldo Gomes disse…
Em ralação a violência somos todos iguais e não há exceções!EX:Conheces algum homem
ou mulher talentosa ou genio na prática da não violência?Conheces algum local habitado por seres humanos e que não haja violências?Conheces algum ser humano que assume suas próprias violências diante dos que lhe "reverenciam"?Conheces algum ser humano que não seja reclamante da violência e paradoxalmente praticante de violências?E etc.etc.etc.Sou sabedor de que a violência é uma indústria fabricada pelos seres humanos que gera lucros e que proporciona felicidades!E o mais lamentável é que não existem seres capazes de renunciarem e de repudiarem os "meios" que fazem com que o "espírito" da mesma alimente-se e floresça.Saberias dizer-me quantos são os tipos de violência existente no planeta terra?Poderias dizer-me com quantos anos[idade]praticamos nossa primeira violência?Poderias dizer-me onde está localizado o museu que "fala" da era não-violência[paz]?Asseguro-te que é possível iniciar-mos a primeira era da não-violência no planeta terra mas para que isso aconteça é necessário que tenhamos coragem para renunciar-mos os vínculos inúteis.É mais dignificante falar da paz,acreditar em Deus,fazer sexo,conhecer lugares maravilhosos,atualizar-se pelos veículos de comunicação,conceituar pessoas de inteligentes,ter amor próprio e amar as pessoas e por fim reclamar da violência.Lembre-se:EM RELAÇÃO A VIOLÊNCIA SOMOS O QUE FAZEMOS E NUNCA DEVEMOS SER O QUE NOS FAZEM.Muitas coisas boas para todos e...

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