Transcrevo o email do Marcos, e posto algumas das fotos da Suiça.
Ele enviou outras,da Itália e da França, que postarei amanhã, para dar tempo de vocês digerirem com calma tanta informação, certo?
Enjoy!!!





Originariamente a Suíça não é uma nação, mas uma liga de diversas repúblicas e comunidades com sua própria história, de diferentes origens étnicas e línguas diversas. Em 1848 estas comunidades se uniram formando um Estado Federal divido em 23 unidades denominadas de cantões.
O país dos relógios precisos, dos fondues e das contas bancárias sigilosas tem 70% do território ocupado por montanhas, com destaque para a cadeia dos Alpes, a principal do país. Para descer dos pontos mais altos, os suíços capricharam nas alternativas. São mais de 200 estações de esqui. Nas cidades, a surpresa também está em cada detalhe das vilas medievais, dos museus e dos festivais de cultura. Tem também todo o luxo e o refinamento que cabem a uma nação com uma renda per capita de 36 mil dólares, uma das mais altas do mundo.Conhecer a Suíça é uma experiência cultural interessante. O país é uma mistura única de três diferentes culturas a germânica, a francesa e a italiana , que semearam uma grande variedade de hábitos sem, no entanto, apagar a feição tipicamente suíça das 26 unidades administrativas que a formam. Imagine se numa área do tamanho do estado do Rio de Janeiro fossem falados quatro diferentes idiomas. Pois assim é a Schweiz, Svizzera, Suisse. Além do alemão (o preferido entre os 7,2 milhões de habitantes), do francês (que domina o oeste) e do italiano (muito usado na região do Ticino), uma língua semelhante à que se falava na época do Império Romano o romanche ainda é usada por 0,5% das pessoas, que vivem em parte do cantão de Les Grisons.
Enormes montanhas branquinhas de neve, esquiadores encapotados, turistas com chocolate quente nas mãos. Esse é o mais famoso retrato dos Alpes Suíços no mundo. Visitar uma estação de esqui é passeio obrigatório de quem vai à Suíça no inverno. As estâncias nas montanhas se concentram, sobretudo, na parte central e sudeste do país. Saint Moritz é a mais conhecida. Tem butiques de luxo, excelente infra-estrutura hoteleira e mais de 400 pistas. Gstaad, no interior do cantão de Berna, é reduto de vips e famosos. Com um pouco de sorte, você esbarra em Valentino ou Bernie Ecclestone, patrão da Fórmula 1. Zermatt, no cantão de Valais, fica aos pés da Matterhorn, a maior montanha do país, com 4 478 metros de altura. A vila, rústica e charmosa, é ideal para praticar esqui, snowboard, cross country, paraglide e patinação em gelo natural e artificial.
ZURIQUE
Séria e compenetrada, como convém à maior metrópole da Suíça, e seu motor econômico, Zurique é também a capital cultural e, há décadas, um grande reduto de artistas. Foi ali que surgiu, por volta da década de 1910, o movimento conhecido como dadaísmo. Segundo algumas pesquisas recentes, a cidade tem mais cinemas que Nova York. Não faltam também ótimos museus e galerias de arte, em meio a lojas sofisticadas que formam corredores capazes de rivalizar com outros grandes templos de consumo no mundo. Outro traço marcante de Zurique é a boemia. Estamos falando aqui de uma cidade feita sob medida para quem gosta de se divertir à noite. A cena tecno concorre com a de Berlim, enquanto a música clássica e a ópera se mantêm como bastiões. Cosmopolita e vibrante, Zurique se tornou uma das capitais européias de estilo. Prazer é a palavra de ordem: fazer compras na Bahnhofstrasse é sensacional, há opções de programas todas as noites, muita cultura no Opera Haus e no suntuoso Kunsthaus. A gastronomia tem representantes do mundo inteiro, e perder-se nas vielas que cortam o rio Limmat próximo à igreja de Grossmünster é o programa favorito. Não deixe de tomar um barco e passar por baixo das muitas pontes que cortam a cidade.
A "Bahnhofstrasse" (Rua da Estaçao) é a mais conhecida e importante artéria de Zurique. Inicia-se na Bahnhofplatz, em frente à estação Central dos trens, prosseguindo de norte para sul, até atingir o Lago de Zurique. A curta distância desta, acompanhando-a do lado esquerdo, corre o rio Limmat. Ao longo do seu percurso, é ladeada pelas instalações das mais prestigiadas instituições bancárias e por requintadas lojas comerciais. Os preços praticados na maioria das lojas não estão ao alcance das bolsas mais modestas, fazendo juz à fama que desfruta de ser a mais cara rua da Suiça...

























